Ser biscate é…

… não ter vergonha nenhuma na cara!

Minha avó Carolina dizia que mulher tinha que ter vergonha na cara e à boca pequena dizia que mulher só tinha que ter vergonha na cara.

Vou dar uma ideia para vocês da minha sem-vergonhice ou da minha descaração e do que estou falando. Estou em falta com o BiscateSC e desde que comecei um novo trabalho em meados de julho deixei minha parceira na gerência dessa bagaça pendurada no pincel e solita. Antes fosse pendurada noutra cousa, né Lu? Não faço ideia se vocês estão sentindo minha falta (tinha que ter um mimimi…), mas eu — depois de um estresse básico e de querer ficar um pouquinho afastada mesmo — estou morrendo de saudade da biscatagi por escrito. Claro, porque da outra biscatagi eu não largo nem a pau (aliás… bem… cês entenderam, né?)

Não é que falte inspiração para escrever, mas é que estou num momento estranho e profundo da biscatagi sobre o qual ainda não consegui escrever.

Aí, tentando dar uma curva na-falta-de-saber-o-que-escrever, resolvi perguntar no feicibúqui (clica para conferir) e no tuíter (clica para conferir) o que era ser biscate para cada amigue. Buenas, as respostas foram quase todas na mesma direção e nenhuma me satisfez. Teve ainda a linda da Bárbara que sugeriu essa trilha pra noite de ontem e se dispôs a me ajudar depois de algumas cervejas (adogo!)… Mas, ela também foi na direção contrária do que eu (não) estava pensando — Aproveito, sendo muito cara-de-pau, para convidá-la a escrever como nossa biscate convidada. Vem, Bárbara!? — Obrigada também a Márcia, Amana, Clara, Vivi, Jeane, Tati, Tania, Mônica, José João, Daniela, Ginga, Renata, Luciano, Moses e Cris. A todos também fica o convite, afinal essa casa está sempre de portas e pernas (ui!) arreganhadas para quem quiser entrar.

Mas, voltando à vaca fria… A inspiração não veio, meu dia foi atropelado pela agenda doida de trabalho e eu não consegui descobrir um aplicativo para postar (ainda bem!) o rascunho péssimo que rabisquei no ônibus no trânsito engarrafado de hoje de manhã pelo celular. Só consegui parar em frente a um computador agora (30/08, 16h31) e saiu esse desabafo.

Achei melhor ser sincera — porque biscate diz o que pensa e o que sente –, reconhecer a minha falha e declarar minha saudade da biscatagi escrita.

… e morrer de saudade!

Agora, dá licença que tem amiga biscate na cidade me chamando para tomar cerveja e eu não resisto.

Beijo, me liga!

Sobre Niara de Oliveira

ardida como pimenta com limão! marginal, chaaaaaaata, comunista, libertária, biscate feminista, amante do cinema, "meio intelectual meio de esquerda", xavante, mãe do Calvin, gaúcha de Satolep, avulsa no mundo.
Esse post foi publicado em biscatagi, biscatagi especial, desejos de biscate e marcado , , , , , . Guardar link permanente.

6 respostas para Ser biscate é…

  1. Bárbara disse:

    Hmm… quem sabe. Mas não sei se as leitoras iriam gostar não..rss
    Beijos!

  2. Pingback: Inventário de uma alma rebelde, de bisca |

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